quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Colcha de Ações






01) Fora do Eixo Invadindo o Acre 02) Plenária do Congresso Fora do Eixo 03) 1ª Prévia do Festival Calango 04) Calango na Escola - Liceu Cuiabano 05) Pocket Shows - Veniversum 06) Conferência Municipal de Cultura 07) Festival Calango Dia I - Emicida (SP) 08) Festival Calango Dia II - Holger (SP) 09) Festival Calango Dia III - O Fim do Vitrolas (MT) 10) Festival Calango - O sofrido Clipping 11) Conferência Municipal de Comunicação 12) SEDA #4 13) Flickr saudando o Compacto.Rec do Linha Dura 14) Balanço - Comunicaçaõ e Assessoria FE

A verdade, é que o twitter meio que está fazedo o blog ficar ultrapassado. @driadeaguiar

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Diário de Bordo I – Indo Pro Congresso

http://3.bp.blogspot.com/_TrB06CGAm5M/SGCGgDqcdAI/AAAAAAAADLU/-WNc8wX_Zqw/s400/Cidades+Rio+Branco+-+Acre.jpg
Praça de Rio Branco

Assim como a Alfa, escrevo direto do ônibus da Eucatur – E não Eucatour, como Thiago me corrigiu algumas vezes -, indo para Rio Branco, no Acre. *

A última vez que escrevi foi falando das reuniões de pauta do Portal Fora do Eixo e do Observatório Fora do Eixo. Agora, pouco mais de um mês depois venho relatar em linhas gerais o que foi – e está sendo – a preparação para o Congresso Fora do Eixo.

Pra mim o Observatório foi uma grande experiência, um norteador para saber o que esperar de fato do Congresso. Ano passado eu participei também, mas como repórter de cobertura, e tinha apenas algumas semanas que estava dentro do processo, não entendia muito bem todas as discussões que estavam acontecendo por lá. Mas foi nesse mesmo Congresso, numa palestra com um representante da Trama Virtual que eu “me apaixonei” pelo mundo independente.

No GT da redação do Portal no Observatório, começamos a pensar tecnologias para calcular quanto era investido nessa frente do Portal. Além disso começamos a pesquisar alguns modelos de relatórios, tanto de repórteres quanto de edição (que atualmente é compartilhada pelo Ney - Cubo, Sarah – Massa e eu). Antes mesmo da semana de discussões já começamos a trabalhar numa planilha de execução para os dois lado e agora temos aproximadamente oito documentos que nos ajudam a acompanhar o andamento em número do portal. Eis alguns deles: Relatório de Repórteres, Relatório de Editores, Cronograma de Pauta, Agenda de Pautas, Formulário de Sugestão de Pauta, Doc de atualização Diária...

Agora para o Congresso, estamos reunindo tudo isso para que possamos apresentar de forma coerente aos participantes. Com base nessas informações Sarah montou um relatório do Portal (com o número de matérias que podem ser publicadas, os repórteres que realmente participam e novas idéias para colunas e editoriais) e com isso em mãos, montou uma apresentação.

Mentiria se não disse que estou morrendo de ansiedade, para ver os repórteres cara a frente, e não só através do teclado (imitar a experiência que o Dezan teve na turnê que do Música do Mato, de ver as pessoas que ele tanto vê na caixa de e-mails), sem contar que estou louca pra sair desse ônibus, rs. 31 horas, com 4 horas de atraso esperando na rodoviária é meio maçante.

Vamo que vamo que ainda tem Calango esse ano.

* Post atrasado, amanhã conto como foram os dias que já passamos em Rio Branco

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Reunião de pauta & Ecologia


Eu já disse aqui quando eu comecei a pensar em fazer jornalismo, certo? De qualquer forma, quando eu tive certeza que era isso o que eu queria fazer, comecei a fantasia sobre a profissão. A coisa com que eu estava mais ansiosa eram as famosas reuniões de pauta. Meu pai vivia falando da reunião de pauta para os programas dele e quase todos os filmes que eu assistia que tinham algo do tipo, era uma mulher de um salto alto demais para andar, cabelos e roupa impecáveis e um capo extra grande de café na mão.

Então eu tinha essa imagem na cabeça de como seria uma redação e por conseqüência, uma reunião de pauta. Muito stress, uma pessoa ditando o caminho e todas as outras quietas esperando as suas matérias chegarem em algum tipo de memorando, ou ofício. E só fui quebrar essa visão em meados de Agosto, na semana pré Calango. Estávamos todos nós – Cubo, Catraia, Goma, Volume e alguns jornalistas convidados – na Cuboteca, enquanto Marielle Ramires explicava como ela achava que era o melhor jeito de escrever uma matéria sobre o Festival em questão.

Lembro que me diverti muito naquela reunião. Igual criança mesmo. Ela distribuiu um papel com tópicos à serem preenchidos, para que depois, com as infos dos tópicos, montássemos a matéria. Lembro que fiquei levantando até a cadeira onde a Mari tava sentada umas quinhentas vezes, tentando entender melhor porque raios eu não podia despejar toda a informação de forma literária, como eu estava acostumada. Era o começo da minha luta com pautas factuais – que ainda troco socos até hoje.

Depois disso eu só fui ter uma outra reunião de pauta tão estimulante durante o Calango. Mari ficou na base, então os jornalistas encontraram uma mesa e começaram a discutir as pautas. Acho que foi a reunião de pauta mais rápida que eu já presenciei. Em quinze minutos, os jornalistas escolherem as pautas, debateram seus pontos obrigatórios e pronto. Saí de lá zonza e pronta pra escrever sobre a formação do coletivo Catraia.

E agora, por coincidência, estou na minha semana de editoria do Portal Fora do Eixo. Há alguns meses, o Portal passou por uma mudança e decidimos que a redação em si contaria com três editores. No caso o Ney, a Sarah e eu. O Ney ainda é coordenador geral da redação, que responde por essa área no conselho gestor. As reuniões são um pouco mais frias, até porque são online e alguns repórteres do Circuito ainda não atinaram para sua importância.

Tão importante quanto e também já discutido algumas vezes na reunião do Circuito, é o relatório que estamos aplicando desde segunda junto aos repórteres. É ele que vamos discutir durante o Observatório Fora do Eixo ( de 03 à 07 de agosto) e chegar num preço específico para os serviços prestados ao Portal Fora do Eixo. É mais uma discussão dentro do âmbito do Fora do Eixo Card.

Falando em Card, ontem eu assisti um documentário no cursinho - não sei o nome, cheguei atrasada e não consegui ver isso. O documentário me chamou atenção porque falava do Ecodesing. O que isso tem a ver com o Card? Bem, todos os cientistas estavam comentados sobre o futuro do planeta. Os ecodesingrs comentavam como seriam as casas e prédios sustentáveis. No mesmo tópico de sustentabilidade, alguns economias começaram a falar de algo como uma “economia reciclável”. O conceito foi bem difícil de entender, já que eram vários especialistas discordando de como ela deveria ser aplicada, mas no fim de tudo, uma mulher citou que era parecida com a economia solidária que já era realidade em algumas cidades! Esse documentário é de 2005, onde a crise ainda era coisa da bolsa de Nova York dos anos 90, mas foi interessante ver que essa discussão, a da economia solidária, está sendo cogitada como um plano “obrigatório” para o futuro.

O único problema de todo o documentário foi um senhor oriental no final, especializado em comportamentos, que disse rindo mais ou menos assim: “Eu não queria admitir, mas eu descobri que a única coisa que pode vai fazer nos atinar que salvar nosso planeta é algo necessário, é o amor. Hippie, não é?”.

sábado, 11 de julho de 2009

Reencontros

Escrevendo rápido antes de começar a exposição do 2º Body Art, lá no Ginásio do Verdinho.


Essa última semana foi a semana dos reencontros. Na sexta, no dia 03 rolou o primeiro show de muitos do Projeto Música do Mato. Ele reuniu os cinco – que acabaram virando seis – maiores expoentes da música matogrossense em suas devidas vertentes. Macaco Bong, Ebinho Cardoso, DJ Farinha, Linha Dura, Paulo Monarco e Alexandre Facchini nos jardins do SESC. Foi a chance de rever os agentes desde que voltei de viagem – Pablo Capilé, Thiago Dezan, Lígia Torres e todos os artistas pedreiros da nossa cena, em especial as bandas do Sindicatto. Sem esquecer, claro, a chance de ver Macaco e Linha no palco, duas bandas que eu particularmente gosto muito. Não desmerecendo as outras, que arrebentaram lá também.


No sábado seguinte também me encontrei novamente com o MIC. Quando comecei a me envolver mais com o trabalho dentro do Cubo, o MIC foi onde eu mais despendi força de trabalho – excluindo aqui o trabalho da Volume, claro. Um debate super bacana sobre produção de eventos na área da comunicação.

Foi também a semana do reencontro escolar. Comecei a fazer o malfadado cursinho pré vestibular no CEFET, que agora se chama IFET. Essa troca de nomes me faz sentir (mais ainda) uma velha quadrada, assim como a reforma da língua portuguesa. Agora estou pensando que curso fazer na faculdade. Estou aceitando sugestões, rs.

Nesses últimos dias também me empenhei para fechar a Planilha de Execução da Comunicação do mês de junho, junto com toda a pré da Conveção de Tatuagens e a pós produção do Prêmio Hell City. E justamente nesse evento, um fato me surpreendeu – e me estimulou. Desde que assumi algumas das funções de Assessoria de Imprensa do Cubo, é primeiro evento em que todas as TV’s de que temos contato aceitaram a pauta e estão gravando conosco.

Enfim, acho que é isso. Até a próxima.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Chega de saudade!

Acho que já fazem uns dois meses que não escrevo pra cá. Fazem dois meses que as coisas andam estranhas. Primeiro, passei por uma fase que é mais ou menos a junção de E(i)nferm(n)o, que o Ney escreveu em seu blog, com a falta da internet, que o Dezan falou no Cubo Libre. Depois disso, finalmente tinha chegado o Prêmio Hell City. É até chato e chega a ser egoísta, mas eu sentia como se o Prêmio fosse o “meu bebê”, por estar perto de toda a sua produção desde o começo. Ok, chamá-lo de bebê também é ridículo.

Passada a noite, com os convidados Jennifer Magnética, de Campo Grande, o domingo foi decisivo. Além de começar a pensar na pós, tinha que finalizar o Clipping do Cubo Card. Ainda era dia de arrumar as malas, já que madrugada de segunda estaria indo pra São Paulo. No fim das contas o clipping acabou dando pau e usei o começo da madrugada pra refazê-lo da maneira mais rápida possível. Daí não deu pra fugir das malas, nem do aeroporto, nem do vôo.

Primeira vez num avião. Nossa família tem um histórico de medo de altura, então imagina como fui pra lá. Mas foi tranqüilo e rápido. Ao contrário dos dias passados em Sampa. Entre as idas ao maior Hospital que eu já vi, lá fui bater perna na 25, no Bom Retiro, no Brás. E vi todas aquelas plaquinhas pra mim eram só escola de samba, como a comunidade de Vila Madalena,  o Largo do Arouche...

Muitas outras coisas aconteceram também: gripe suína deu aloka, as mídias alternativas estão dominando o conflito no Irã, Corinthians venceu o Inter, a Copa das Confederações começou, lavamos a alma com os italianos, a Liga dos Campeões começou, a Polônia quase nos deu um pau, Raj foi e voltou para do Brasil, eu virei noveleira mesmo e Capilé fez aniversário. Nesses quinze dias, acho que tive acesso à internet umas quatro vezes, e o gostinho de ver a caixa de e-mail lotar me deu mais saudades de voltar pra casa e voltar à ativa. Imagina como foi broxante chegar em casa e não ter net. A net foi voltar só ontem (voltei na quarta) e passei a maior parte do dia lendo e-mails - e ainda não terminei!

Agora que tá tudo nos trilhos de novo , vamo que vamo.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Ma eu? Escrava? Gente baaaxa...


Família - Tarcila do Amaral

Tem dias que as pessoas em volta da gente resolvem tirar o dia para lhe atormentar sobre o processo. É normal, elas estão acostumadas à outro estilo de vida e muitas delas se sentem inseguras – e até traídas – de ver seus filhos, namoradas, irmãs, escolhendo um caminho totalmente diferente do seu.

No começo você se passa pelo filho rebelde. Se zanga por eles não entenderem, briga, grita, esperneia. Bem criança mimada mesmo. Daí vem a calmaria – sua, não deles. Deixa eles falarem, ignora, dá uma de filho-fantasma. Minha mãe vivia dizendo que minha casa era hotel/restaurante/lan house. Só ia pra lá dormir, tomar banho, comer e usar o computador. Depois que você já cansou de ouvir e de ignorar – e já se entende melhor dentro do processo – geralmente você vai pro debate. Às vezes até paga de filho ofendido.

Tentar conversar francamente com o seu pai, sua mãe, seu primo é difícil. Mas a gente vai conseguindo. Até hoje lembro do dia que o Jota (meu pai) falou pra mim que finalmente entendeu que esse é o meu trabalho. E minha mãe dizendo que vai tentar me ajudar daqui pra frente também foi massa. Mas eles mesmos esquecem as próprias promessas depois um tempo. Ontem mesmo levei um sermão por “só pensar em trabalho e deixar de lado a vida social”. Ok, eu admito, não vejo meus amigos mais do jeito que eu via... Também não tenho mais muita paciência para as voltas sem ponto algum que fazíamos no shopping.

É engraçado, porque muita gente pensa que os “antis” são nossos “inimigos”. Mas o que eles falam – só FALAM, não fazem – não nos atinge. Pode ter soado clichê, ou qualquer coisa do tipo, mas é verdade. O que as pessoas mais próximas de ti pensam ou falam é o que conta. Pode ter soado emo, ou coisa do tipo, mas é verdade. Às vezes chega num ponto que o debate se torna desgaste. Melhor tirar um dia, ficar com essa pessoa, pra ela entender que você é o mesmo. Só se casou com outra pessoa – essa comparação é perigosa, me lembra “estou casada com Jesus”, rs.

Então, sem papo de fanatismo, sem escravidão pra cima de mim, ou “disciplinados demais”. Se eu estou no processo hoje, é porque eu quero [e ponto!].

Nesses dias eu tenho ouvido muito duas músicas do Marcelo D2, do seu último CD, o “A Arte do Barulho”. Algumas partes me lembram o processo e vou até colocar aqui algumas partes da música para entederem. E o link de download logo embaixo.

“(..)Poucos querem ir à luta e levantar da cama;
Nada como ter o luxo depois de sair da lama;
Diz o dito popular, ‘morre o homem fica a fama’.
Coisa melhor: Lutar e conquistar!
Correr atrás do sonho pra depois vibrar

Todos tiveram quinze minutos por aqui;
O que no RAP a gente chama de ‘wannabe’;
Wannabe: você querer ser o que não é;
O que nos olhos de Garrincha é tudo Zé

Até entra na guerra, mas não escolhe o lado;
O típico ‘laranja’ que é usado!
Fala sério, como consegue dormir sossegado?
Fala sério, viver sem deixar nenhum legado;
Não quero cultura inútil, quero algo de verdade;
Sabedoria, dividir e não repartir a cidade

- Fala sério, Marcelo D2 (Veja a letra inteira aqui)

Pensei mais de uma vez tentando encontrar, às vezes

falta o chão isso não vai me derrubar, são pedras no

caminho em prol da evolução, a tempestade passa e tudo

volta ao seu lugar.

- Minha Missão, Marcelo D2 (Veja a letra inteira aqui)

 - Clique aqui para baixar as duas músicas.

[Só pra deixar claro: o que no rap se chama de wannabe, aqui a gente chama de forfun] ... Dêxa desse!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Ponto Brasil, Wolwerine e Ebinho Cardoso.
















○ Salve! Sem contagem dessa vez, não sei se passaram dez dias já, mas sinto que tenho que escrever antes que as novidades se acumulem demais. E tenho mais um estímulo pra escrever – por esses dias rolou a primeira oficina do Ponto Brasil em Cuiabá. Por meio de Eduardo e Paulo Tavares, o primeiro roteirista e o segundo produtor, aprendemos como funciona o método de trabalho deles para a gravação dos interprogramas que eles realizam. O sistema deles é parecido com o rush da SEDA: Duas oficinas presenciais, onde elaboramos roteiros (MOCs), discussões onlines por um mês em como realizá-los (MOPs) e por fim, uma semana inteira só gravando os sete roteiros levantados. Me lembrem de ir montar meu MOC novo amanhã.

○ Nessas horas era pra eu estar entediada num quarto de Hotel em SP. Viagem adiada para daqui a mês, que vai ser ótimo para fincar o pé no chão (e no acelerador) para avaliar como andam os projetos da Comunicação e como executá-los melhor. Vou pra terra da garoa dia 08 e volto só dia 24. Alguém aí tem alguma sugestão do que fazer por lá?

○ No sábado retrasado (02/05), fomos eu e Dezan lá pro lançamento do Clipe do Branco Tinto. A banda continua a mesma coisa que eu vi uma vez há dois anos. E o clipe é água com açúcar. E pra piorar, perdi meu celular. Só o Jukebox do Cachorrão pra salvar a noite mesmo.

○ Já na segunda, recebi outra proposta: Ir fazer um Making Off da Gravação do CD do Ebinho Cardoso, do Projeto Pixinguinha. Foi legal rever Ebinho, Sandro Souza, Sidney Sampaio... Conheci eles todos na SEMUS, ano passado. Foi uma experiência destruidora, já que veio justamente depois de 5 dais seguidos do Festival de Cururu e Siriri. Mas aprendi muito. Ah... Me deu saudade das plenárias da Volume agora.

○ Domingo agora foi dia das mães. Almoço em casa e tarde na ABB.  Acho que consegui deixar a velha um pouco mais feliz. Mas o conflito sempre vai estar lá...

○ Neste sábado agora o que rolou foi Reunião do MIC, segunda seguida. Fer, Gabriel e Daniel nos deram um bolo, mas Lígia, Ney, Thiago, Mikhail e eu discutimos a comunicação do II Encontro Extremo Oeste Hardcore. Pena que os Factóides não puderam participar, tava em pauta também o conceito visual do blog e sua assessoria. Ficaram sem news essa semana.

○ E nessa segunda? Rolou algo super importante. A estréia da Programação de Transmissões Diárias no Portal Fora do Eixo. Passo fundamental, com isso se orginiza essa frente da Comunicação Fora do Eixo. As outras –Web Tv, Desing – também tão indo nesse mesmo caminho. A transmissão rola das 19 às 22 hrs (horário de Brasília), com Podcasts e Ney Hugo junto de Felipe Silva, do Massa Coletiva (SP), cuidando dessa transmissão. Amanhã vamos sentar pra conversar sobre o Podcast do Cubo. Vamo que Vamo.

○ Ontem de noite rolou a reunião com o Coletivo Novo sobre o conceito visual do Prêmio Hell City no dia da Premiação. Levantamos as demandas, como seria a produção de decoração, figurino, staff – vamos tentar incluir o máximo de meninas possíveis - , apresentação, telão... Babi vai entrar duro nessa com a gente. Depois rolou a reunião de produção, com Alfa Canhetti, Thiago Dezan e Bruno Kayapy, onde discutimos posicionamento do palco e as nossas próximas funções. Por conta disso, hoje fechei estou fechando roteiros e cartas convites. Amanhã é dia do check list de equipe.

○ Assim como a Lenissa, assisti “X Man Origens – Wolwerine”. Eu vi uma versão mais tosca ainda, que os efeitos não estavam prontos – acho que o nome é “sessão do diretor” ou “editor”. Vazou na net aí já viu. Assisti antes de ter uma semana em cartaz. É super engraçado ver os efeitos mal efeitos, tipo um boneco do que seria o Wolwerine – James! – Correndo de moto. O filme é ruim, e isso me decepcionou muito, já que pra mim, o único filme que salvava dos “makes de história em quadrinhos” era o X Man. Agora nem ele mesmo.

○ Falando em filmes, também como a Lenissa – e a Mari também, se não me engano – sou viciada em séries. Só que sou muito mais fútil com isso que elas, rs. Ultimamente, só tenho assistido 92010, The Big Bang Theory, Grey’s Anatomy, Private Pratice, Scrubs e Desperate Housewives. Saudades de Six Feet Under...

Vamos indo, ainda tem que ir comprar a janta.

Ouvindo: Scisor Sisters - Take me Out (Franz Ferdinand Cover)