sábado, 29 de maio de 2010

outro veículo

Durante esses tempos, fuçando e anotando coisas, eis que o meu computador fica cheio de fotos, frases e outras coisas bobas. Paralelamente, em Hell City a cena indie pega fogo e cada vez mais as pessoas da minha idade refletem um estilo de vida - o indie cosmopolita. É do tipo que se joga nas pistas sexta, vai num show de rock sábado, reúne na casa dos amigos domingo e vai pra faculdade na segunda (geralmente de comunicação) com um óculos pra esconder o cansaço.

E resolvi juntar as duas coisas num lugar só. E assim apareceu o #SoFreakingIndie, um tumblr blog, que vou tentar reunir fotos, frases, vídeos numa sátira (ou não) do que é ser indie hoje em Hell City (ou no Brasil).

é isso gente, follow me.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

tweet me

já que o twitter tá tomando tempo, postando os top tweets da semana:

#DropBlackDivas toca amanhã no #Balaio. Pra quem perdeu a #BlackParty, essa é chance de conhecer.
+ 07/05

Campanha: Produtor, pague sua entrada na @casaforadoeixo e ajude o @volumecoletivo a arrecadar dinheiro pro @PremioHellCity
+ 06/05

Agora na sede do @espaco_cubo: @neyhugo fechando edital, @alfacanhetti no check list de @CuboCard, @DriadeAguiar com mailings
+ 06/05

Já votaram no @Nevilton hoje? http://bit.ly/cWEk6y
+ 06/05

Programação perfeita. RT @milauei: Vou me divertir muito esse fim de semana na @casaforadoeixo: @PauloMonarco + #ShakeShakeYourAss + #Balaio
+ 06/05

Cada vez mais as pessoas tão entendendo qual é a do @CuboCard. Mais agentes integrados estão chegando! #economiasolidiária
+ 05/05

AEE RT @casaforadoeixo: E como prometido a todos os tuiteiros: @EMICIDA CONFIRMADO DIA 10/07 NA @CASAFORADOEIXO. Vamos todos ajudar a bombar
+ 05/05

Super indico seguirem @touche_, uma das baladas da #SextanaCAFE. gogo @casaforadoeixo o/
+ 04/05

RT @somdomic: Mandem suas fotos e vídeos de ontem! O #MIC tá preparando um post com tudo que sair na net #maratonamoveis
+ 03/05

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

E em 2010?

Post rápido, inspirado em vários posts sobre lista para 2010 (o útlimo que eu vi foi do Hick Duarte) - fazendo minha própria lista de metas para 2010:

Em 2010:

- Aprender mais sobre rádio (principalmente locução)
- Balancear a personalidade
- Aprender fotografia
- Lidar melhor com familiares
- Tirar a carteira
- Ganhar (rs) um carro
- Aplicar uma dieta balançada e fazer esportes (nem que seja no domingo às 07:00)
- Fazer um contrato com a HP pra não ter que ligar lá e eles adivinharem qdo meu note deu pau

É isso. Feliz Grito Rock 2010 pra todo mundo.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Ô interorzão...

Escrevendo rapidim, em passagem por Cuiabá, entre uma viagem e outra.

No dia 22, vamos todos pra casa da matriarca da família, vó Maria - nome comum, né? Três das filhas dela tem esse mesmo nome - e conto um pouquinho de cada dia.

Dia 01 (22/12) - Últimos corres pra viagem. Pra completar, não acho o carregador do celular. A minha mãe resolveu que seria mais viável comprar um novo. Deizão no camelô. Antes de ir, ela resolveu passar no shopping também e comprou um 3G. Nossa, fiquei feliz demais, net durante a viagem... Minha mãe também decidiu levar o Luciano (agora mais amigo dela que meu). Antes de chegar em Porto Estrela, passamos em Nova Olímpia (sem sem caminho, rs), pra deixar meu primo e meu irmão. Acabamos chegando em Porto quase meia noite.

Dia 02 (23/12) - Dia de ir visitar a tia da minha mãe. Na verdade, naquele dia visitamos umas cinco tias minhas e acabei redescobrindo uns 12 primos - e não tô exagerando, a média de filhos por família é 5. Numa dessas tias, tive a idéia de levar o notebook pra assistir dvds. Testei a net primeiro, o 3G da Oi não pegava lá. A gente começou a assistir um filme, e antes do fim o note desligou, acusando pouca bateria. Fui checar a fonte e ela tinha queimado (minha tia acabou colocando numa tomada duvidosa, divindo força com uma geladeira, mas achei que nem ia ter nada a ver). Pronto, sem notebook ê felicidade.

Dia 03 (24/12) - Confesso que sempre gostei de Natal. Sempre gostei de ver toda a família reunida, de ver o povo meio bêbado falando mal, de rever as primas da minha infância, então por isso tava até animada com a ceia. Fomos até uma fazenda buscar um porco - isso implica: matar, despelar, tirar as tripas e secar ele. O processo foi até legal, apesar de demorado. Nesse dia o Luciano lembrou que ele tinha um celular antigo da Vivo, que acabou servindo como conexão com Cuiabá pra gente, já que o celular de todo mundo era Tim e não pegava por lá. Deu oito horas, minha mãe foi até Barra do Bugres (cidade entre Porto Estrela e Tangará). Ela voltou rebocada de carro, tinha dado pau. Êta, sem net, sem notebook, sem carro. Mas o porquinho e a batidinha tavam uma delícia.

Dia 04 (25/12) - Depois de uma rápida visita do mecânico local, parecia que o carro tava ok, então fomos até o centro da cidade atrás do cabo do notebook. Um técnico até disso que a placa mãe tinha queimado e que por isso, a entrada estaria queimado e não a fonte. Seria outro pau inesperado desse note. Nesse dia, meu tio me explicou como 80% da cidade estava em dívidas, e começou a falar que a solução poderia ser algo como a economia solidária, citando o banco de Palmas como exemplo. Expliquei sobre o Cubo Card e ele achou a idéia ótima. Disse que inclusive seria hora de conversar com os moderadores sobre essa solução. Minha vó já disse que o povo era muito preguiço e que pagar comida com trabalho pra ela era meio impossível. Conversa vai, conversa vem, acho que Porto Estrela é uma comunidade pra receber um banco solidário.

Dia 05 (26/12) - Malas prontas. Estávamos indo para Tangará, pra onde meu irmão tinha ido, aproveitando para visitar minha tia Luzia. Mas o carro deu pau de novo. E o mecânico só voltava na segunda para arrumar o carro, mas já deixou adiantado que a peça teria que ser buscada justamente em Tangará. E o fim de semana se passou entre almoço, vinho e rio. E risadas.

Dia 07 (28/12) - Ae! Finalmente de carro arrumado, partimos pra Tangará. Passando em Nova Olímpia para buscar (mais) uma tia que tinha ficado por lá. Na dia, dia 29, passamos o dia atrás de uma técnica que pudesse vender esse cabo da HP. Ninguém, "Só em Cuiabá", diziam. Ê lailá. O jeito foi ficar andando de bicicleta e assistir filmes de terror, enquanto cuidava dos três sobrinhos. Todas minhas primas que moravam lá casaram cedo e me perguntavam quando eu ia fazer o mesmo. Cansei de responder que não pensava em casar e acabei dizendo: não por agora, não por agora.

Dia 09 (30/12) - Acordamos e já enfiamos tudo no carro. Minha mãe queria voltar logo pra Cuiabá. Ela não tinha fechado a casa ainda (passaremos a virada na chapada), e a fatura do cartão tinha vencido. Parada em Jangada pra comer e pastel. Chegando em casa, banho pra ir pra Kadri, ver a tal da fonte da HP. Depois na autorizada. Dei entrada no pedido. Agora é esperar 20 dias pra receber outra fonte. Enquanto isso, o Grito Rock 2010 vem vindo aí.

Deixa eu ir que agora, sem pc, to ocupando o do meu primo, que quer usar. Té mais :*

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Colcha de Ações






01) Fora do Eixo Invadindo o Acre 02) Plenária do Congresso Fora do Eixo 03) 1ª Prévia do Festival Calango 04) Calango na Escola - Liceu Cuiabano 05) Pocket Shows - Veniversum 06) Conferência Municipal de Cultura 07) Festival Calango Dia I - Emicida (SP) 08) Festival Calango Dia II - Holger (SP) 09) Festival Calango Dia III - O Fim do Vitrolas (MT) 10) Festival Calango - O sofrido Clipping 11) Conferência Municipal de Comunicação 12) SEDA #4 13) Flickr saudando o Compacto.Rec do Linha Dura 14) Balanço - Comunicaçaõ e Assessoria FE

A verdade, é que o twitter meio que está fazedo o blog ficar ultrapassado. @driadeaguiar

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Diário de Bordo I – Indo Pro Congresso

http://3.bp.blogspot.com/_TrB06CGAm5M/SGCGgDqcdAI/AAAAAAAADLU/-WNc8wX_Zqw/s400/Cidades+Rio+Branco+-+Acre.jpg
Praça de Rio Branco

Assim como a Alfa, escrevo direto do ônibus da Eucatur – E não Eucatour, como Thiago me corrigiu algumas vezes -, indo para Rio Branco, no Acre. *

A última vez que escrevi foi falando das reuniões de pauta do Portal Fora do Eixo e do Observatório Fora do Eixo. Agora, pouco mais de um mês depois venho relatar em linhas gerais o que foi – e está sendo – a preparação para o Congresso Fora do Eixo.

Pra mim o Observatório foi uma grande experiência, um norteador para saber o que esperar de fato do Congresso. Ano passado eu participei também, mas como repórter de cobertura, e tinha apenas algumas semanas que estava dentro do processo, não entendia muito bem todas as discussões que estavam acontecendo por lá. Mas foi nesse mesmo Congresso, numa palestra com um representante da Trama Virtual que eu “me apaixonei” pelo mundo independente.

No GT da redação do Portal no Observatório, começamos a pensar tecnologias para calcular quanto era investido nessa frente do Portal. Além disso começamos a pesquisar alguns modelos de relatórios, tanto de repórteres quanto de edição (que atualmente é compartilhada pelo Ney - Cubo, Sarah – Massa e eu). Antes mesmo da semana de discussões já começamos a trabalhar numa planilha de execução para os dois lado e agora temos aproximadamente oito documentos que nos ajudam a acompanhar o andamento em número do portal. Eis alguns deles: Relatório de Repórteres, Relatório de Editores, Cronograma de Pauta, Agenda de Pautas, Formulário de Sugestão de Pauta, Doc de atualização Diária...

Agora para o Congresso, estamos reunindo tudo isso para que possamos apresentar de forma coerente aos participantes. Com base nessas informações Sarah montou um relatório do Portal (com o número de matérias que podem ser publicadas, os repórteres que realmente participam e novas idéias para colunas e editoriais) e com isso em mãos, montou uma apresentação.

Mentiria se não disse que estou morrendo de ansiedade, para ver os repórteres cara a frente, e não só através do teclado (imitar a experiência que o Dezan teve na turnê que do Música do Mato, de ver as pessoas que ele tanto vê na caixa de e-mails), sem contar que estou louca pra sair desse ônibus, rs. 31 horas, com 4 horas de atraso esperando na rodoviária é meio maçante.

Vamo que vamo que ainda tem Calango esse ano.

* Post atrasado, amanhã conto como foram os dias que já passamos em Rio Branco

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Reunião de pauta & Ecologia


Eu já disse aqui quando eu comecei a pensar em fazer jornalismo, certo? De qualquer forma, quando eu tive certeza que era isso o que eu queria fazer, comecei a fantasia sobre a profissão. A coisa com que eu estava mais ansiosa eram as famosas reuniões de pauta. Meu pai vivia falando da reunião de pauta para os programas dele e quase todos os filmes que eu assistia que tinham algo do tipo, era uma mulher de um salto alto demais para andar, cabelos e roupa impecáveis e um capo extra grande de café na mão.

Então eu tinha essa imagem na cabeça de como seria uma redação e por conseqüência, uma reunião de pauta. Muito stress, uma pessoa ditando o caminho e todas as outras quietas esperando as suas matérias chegarem em algum tipo de memorando, ou ofício. E só fui quebrar essa visão em meados de Agosto, na semana pré Calango. Estávamos todos nós – Cubo, Catraia, Goma, Volume e alguns jornalistas convidados – na Cuboteca, enquanto Marielle Ramires explicava como ela achava que era o melhor jeito de escrever uma matéria sobre o Festival em questão.

Lembro que me diverti muito naquela reunião. Igual criança mesmo. Ela distribuiu um papel com tópicos à serem preenchidos, para que depois, com as infos dos tópicos, montássemos a matéria. Lembro que fiquei levantando até a cadeira onde a Mari tava sentada umas quinhentas vezes, tentando entender melhor porque raios eu não podia despejar toda a informação de forma literária, como eu estava acostumada. Era o começo da minha luta com pautas factuais – que ainda troco socos até hoje.

Depois disso eu só fui ter uma outra reunião de pauta tão estimulante durante o Calango. Mari ficou na base, então os jornalistas encontraram uma mesa e começaram a discutir as pautas. Acho que foi a reunião de pauta mais rápida que eu já presenciei. Em quinze minutos, os jornalistas escolherem as pautas, debateram seus pontos obrigatórios e pronto. Saí de lá zonza e pronta pra escrever sobre a formação do coletivo Catraia.

E agora, por coincidência, estou na minha semana de editoria do Portal Fora do Eixo. Há alguns meses, o Portal passou por uma mudança e decidimos que a redação em si contaria com três editores. No caso o Ney, a Sarah e eu. O Ney ainda é coordenador geral da redação, que responde por essa área no conselho gestor. As reuniões são um pouco mais frias, até porque são online e alguns repórteres do Circuito ainda não atinaram para sua importância.

Tão importante quanto e também já discutido algumas vezes na reunião do Circuito, é o relatório que estamos aplicando desde segunda junto aos repórteres. É ele que vamos discutir durante o Observatório Fora do Eixo ( de 03 à 07 de agosto) e chegar num preço específico para os serviços prestados ao Portal Fora do Eixo. É mais uma discussão dentro do âmbito do Fora do Eixo Card.

Falando em Card, ontem eu assisti um documentário no cursinho - não sei o nome, cheguei atrasada e não consegui ver isso. O documentário me chamou atenção porque falava do Ecodesing. O que isso tem a ver com o Card? Bem, todos os cientistas estavam comentados sobre o futuro do planeta. Os ecodesingrs comentavam como seriam as casas e prédios sustentáveis. No mesmo tópico de sustentabilidade, alguns economias começaram a falar de algo como uma “economia reciclável”. O conceito foi bem difícil de entender, já que eram vários especialistas discordando de como ela deveria ser aplicada, mas no fim de tudo, uma mulher citou que era parecida com a economia solidária que já era realidade em algumas cidades! Esse documentário é de 2005, onde a crise ainda era coisa da bolsa de Nova York dos anos 90, mas foi interessante ver que essa discussão, a da economia solidária, está sendo cogitada como um plano “obrigatório” para o futuro.

O único problema de todo o documentário foi um senhor oriental no final, especializado em comportamentos, que disse rindo mais ou menos assim: “Eu não queria admitir, mas eu descobri que a única coisa que pode vai fazer nos atinar que salvar nosso planeta é algo necessário, é o amor. Hippie, não é?”.